Marcio Sousa, Advogado

Marcio Sousa

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Advogado
Membro das Comissões de Direito Securitário e Direito Eleitoral da OAB/DF.
Área de atuação: Cível, Família, Consumidor, Seguros, Contratos, Imobiliário e Planos de Saúde

Em todo Distrito Federal, Especialmente em Brasília, Taguatinga, Samambaia, Ceilândia, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo

SIG QD 01, ED. BARÃO DO RIO BRANCO, SALA 123, 1º ANDAR ALA A CEP 70610-410 Brasília /DF

FONES: (61)4101-4942 (61)3703-8865

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Direito Civil, 23%
Direito de Família, 19%
Direito do Consumidor, 14%
Contratos, 14%
Outras, 30%

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Marcio Sousa, Advogado
Marcio Sousa
Comentário · há 2 anos
Prezada Dra Fátima -@fatimaburegio

Permita-me venha em discordar do seguinte comentário seu "cobrar por uma simples consulta", de forma alguma sua consulta é simples, ali a senhora emprega os conhecimentos que a senhora buscou no decorrer de sua formação.
Há alguns meses minha esposa e também colega de profissão, estava sentindo dores nas articulações, estava fazendo um tratamento com um ortopedista. Este profissional pediu-lhe que consulta-se com um reumatologista, somente para descartar a possibilidade de ser um problema reumatológico.
Desta forma fomos a consulta com profissional indicado que após analisar todos os exames que já haviam sido pedidos pelo primeiro médico, nos deu a excelente noticia que não se tratava de nenhuma doença degenerativa e que o tratamento deveria ser continuado com o ortopedista.
Esta consulta nos custou R$500,00 e apesar do preço ficamos bem satisfeitos.
Ora, o que se tira disto? Se o médico pode cobrar por uma consulta para lhe mostrar o caminho a ser seguido para sua cura, porque o advogado teria que prestar esse serviço gratuitamente?
Portanto, não cobro o primeiro contato via e-mail, telefone ou outras mídias sociais como whatsapp, mas para o atendimento presencial em meu escritório eu cobro o valor de R$300,00 ou mais a depender da quantidade de documentos a serem analisados para enfim entregar ao cliente um parecer sobre a situação dele.
Parabéns doutora por valorizar nossa profissão, sempre falo que trabalho não para aqueles que procuram o mais barato, mas para aqueles que procuram bons serviços.

Márcio Sousa

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Tiago Jose de Sousa Meirelles, Advogado
Tiago Jose de Sousa Meirelles
Comentário · há 2 anos
Primeiramente há que se verificar a relação entre todos os herdeiros, se todos estão de acordo e concordantes. Se a resposta for sim, ok. Segundo: o imóvel estava devidamente registrado em nome da bisavó, se a resposta for sim, ok novamente. Esse é o melhor dos mundos. Pode escolher a forma, judicial ou extrajudicial, de acordo com a pressa e com as peculiaridades do caso. O fisco, isto é a Receita Estadual é faminta, não deixará passar em branco, ao fazer a declaração do imposto de transmissão causa mortis, ITCD, ITCDM, conforme o Estado da federação, é inevitável, pagará imposto nas duas transmissões, da bisavó, para avô e do avô para os netos. Bom, superado isso, todos os herdeiros de acordo, esboço de partilha homologado judicialmente, com a expedição de formal de partilha, ou a escritura pública de inventário extrajudicial, três partes iguais, os herdeiros levam a registro, formado está um condomínio geral. Verificada a legislação municipal sobre a possibilidade de divisão, na minha cidade é 10 metros de fachada, admitindo-se que a legislação permita, os herdeiros deverão contratar profissional, engenheiro civil ou arquiteto, que irá confeccionar memorial descritivo da área com suas confrontações, caracterizando bem as unidades a serem desmembradas ou desdobradas, atendidas as exigência do Registro de Imóveis, resolvido o problema, todos satisfeitos com suas respectivas casas.
Porém, se não houver acordo entre os herdeiros, ou, se a legislação municipal não permitir a divisão, o que deve ser bem verificado, pois as vezes existem "brechas" na legislação municipal, o que restará, ao final é a extinção de condomínio, com a aquisição de partes da área de um herdeiro pelos os outros a fim de consolidar a área nas mãos de um só, ou venda judicial, a mais danosa, mas no pior dos cenários, talvez seja o único caminho. Já vivenciei este quadro. Agora se todos estão de acordo, e sempre estiveram, nada impede que vivam em condomínio.

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